O desejo que move os poetas não é ensinar, esclarecer, interpretar. O desejo que move os poetas é fazer soar de novo a melodia esquecida.
Rubem Alves

quinta-feira, 30 de junho de 2011

DIÁRIO DE CLASSE - AULAS DE 29 DE JUNHO DE 2011

2o.A - Noturno
Entrega dos trabalhos Ata e relatórios.
Comentários sobre os trabalhos.
Teste escrito para complementação da Nota.
Lista de livros para leitura no 3o. bimestre.

2o.B - Noturno
Orientações sobre o seminário.
Lista de livros para leitura no 3o. bimestre.
Aplicação de teste para complementaçào da nota.

Obs.: A profa. Ângela aplicou o teste no 2o.E.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

DIÁRIO DE CLASSE - AULAS DE 28 DE JUNHO DE 2011

8a.G - Vespertino
Teste para complementação da nota.
Correção dos cadernos.

6a.C - Vedspertino
Produção das quadrinhas do cordel e correção.
Desenhos das capinhas dos cordéis.
Terminaremos a correção das quadrinhas na próxima aula.

3o.D - Noturno
Teste para complementação da nota.
Entrega dos artigos de opinião.
Entrega dos trabalhos para 29/06.

2o.B - Noturno
Aplicação da avaliação de História.
Devolução das atas e comentários.
Devolução dos testes de literatura.
Comentários dos trabalhos para o próximo bimestere.

2o.C - Noturno
Devolução das atas e comentários.
Comentários dos trabalhos para o próximo bimestre.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

DIÁRIO DE CLASSE - AULAS DE 27 DE JUNHO DE 2011

6a.C - Vespertino
Literatura de cordel e Repente: Tradições brasileiras presentes nas festas juninas.
Produção de um cordel junino.
Produção textual das quadrinhas.
Produção artística (desenho) dos cordéis.
Será terminado na próxima aula.

2o.D - Noturno
Devolução das Atas, comentários das mesmas.
Orientações para realização de próximos trabalhos.

2o.E - Noturno

Devolução das Atas, comentários das mesmas.
Orientações para realização de próximos trabalhos.

domingo, 26 de junho de 2011

FEUSP - Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo

Boa tarde a todos!
Segue abaixo informações sobre curso de língua na USP. Aproveitem!

Minicursos de Línguas (CEPEL)

Entre as atividades desenvolvidas pelo CEPEL encontram-se os Minicursos de Línguas (materna e estrangeiras) oferecidos à comunidade interna e externa.
Além de constituir-se como campo para a realização de pesquisas sobre ensino e aprendizagem de línguas, os minicursos configuram-se como prestação de serviços à comunidade desde 1983. Ministrados por alunos-estagiários vinculados à Faculdade de Educação da USP, os minicursos são coordenados e supervisionados por uma equipe formada pelos professores de Metodologia do ensino das diferentes línguas (materna e estrangeiras) e oferecidos gratuitamente. A duração pode ser semestral ou anual, de acordo com as características específicas de cada um deles. Todos os cursos são abertos à comunidade interna (alunos, funcionários e docentes da USP) e à comunidade externa (interessados em geral).
Os minicursos são oferecidos anualmente no segundo semestre e as informações estarão disponíveis no site nos meses de junho e julho de cada ano.

Equipe:

A coordenação e supervisão dos diferentes minicursos é realizada pelos seguintes docentes da FEUSP:
- Prof. Dr. Aleksandar Jovanovic (alemão, japonês, grego e latim);
- Profa. Dra. Vera Lúcia Marinelli (francês e italiano);
- Profa. Dra. I. Gretel M. Eres Fernández (espanhol);
- Profa. Dra. Lívia de Araújo Donnini Rodrigues (inglês).

O Setor de Minicursos está sendo atendido pelo Apoio Acadêmico no Bloco B, sala 19, pela Neide Sousa, telefone 3091.3574, e-mail mncursfe@usp.br e a Coordenação Geral é responsabilidade do Prof. Dr. Aleksandar Jovanovic. 


Minicursos 2011  
Lista de Turmas dos Minicursos de Línguas Estrangeiras ( Divulgação a partir de 12 de julho de 2011 )
Resultado do Sorteio ( Divulgação a partir de 20 de julho de 2011 ) 

acessem:
http://www.paginas.fe.usp.br/minicurso/procsel/minicurso_procsel.php

ALUNOS DO 2o. ANO DO ENSINO MÉDIO

TURMAS A, B, C, D e E.
Retirem seus relatórios, pois encontram-se todos irregulares.
Profa. Mônica

TRABALHO DE RECUPERAÇÃO PARA 3o.D (Ensino Médio)

Olá Pessoal!!
Segue abaixo o trabalho de Recuperação para  o 2o. Bimestre. Estão abaixo a versão do arquivo em Word e PDF,  para que vocês possam escolher o que melhor lhes couber. A data limite da entrega será até 30/06, quinta-feira.
Bom trabalho a todos.
Profa. Mônica


terça-feira, 21 de junho de 2011

Informações Importantes para a Semana (até 22/06)

Caríssimos Alunos:

Para esta semana, temos a entrega de todos os trabalhos pedidos, programem-se!
2os. anos - entrega do relatório e da Ata
3o.D - entrega do artigo de opinião (21/06)
Para a próxima semana teremos a avaliação de recuperação paralela. Organize-se para que possa ter um bom empenho.
Hoje, 21/06, serão recolhidos os trabalhos do 2o.C e do 3o.D, apenas hoje!!
Até Breve,

Profa. Mônica

P.S. Aguardem, tem novidade chegando.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

DIÁRIO DE CLASSE - AULAS DE 20 DE JUNHO DE 2011

6a.C - Vespertino
Questões para interpretação do texto "Já não se fazem pais como antigamente".

2o.D - Noturno
Entrega dos trabalhos Ata e Relatório.
Devolução e comentários das avaliações.
Orientações para a prova de recuperação paralela.

2o.E - Noturno

Entrega dos trabalhos Ata e Relatório.
Devolução e comentários das avaliações.
Orientações para a prova de recuperação paralela.

Inscrições para ProUni 2011 começam nesta segunda-feira

São oferecidas bolsas de estudos parciais e integrais. O prazo para as candidaturas segue até 24 de junho

Iniciam nesta segunda-feira (20) as inscrições para a segunda edição do ProUni 2011 (Programa Universidade Para Todos). São oferecidas tanto bolsas integrais como bolsas parciais. Os interessados têm até dia 24 de junho, às 23h59, para se cadastrar exclusivamente pela Internet

Para concorrer a uma das bolsas é preciso ter cursado todo o Ensino Médio em escola pública ou em escola particular na condição de bolsista integral. Os candidatos devem ainda ter participado do ENEM 2010 (Exame Nacional do Ensino Médio), além de ter alcançado ao menos 400 pontos na média das cinco notas do exame (ciências da natureza e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias; linguagens, códigos e suas tecnologias; matemática e suas tecnologias, e a redação) e nota superior a zero na redação.
 
Os auxílios integrais, assim como nas edições anteriores do programa, são destinados a estudantes com renda familiar per capita de até um salário mínimo e meio. Alunos com renda familiar de até três salários mínimos por pessoa poderão aderir apenas às bolsas parciais. Professores da rede pública de ensino básico não precisam cumprir o critério de renda, desde que estejam em efetivo exercício e integrem o quadro permanente da escola na qual atuam.
 
O resultado do processo seletivo está previsto para ser divulgado no dia 27 de junho. Os estudantes contemplados em primeira chamada deverão comprovar suas informações junto às instituições de ensino até o dia 6 de julho. Caso ainda existam vagas disponíveis, serão publicadas novas chamadas nos dias 12 e 25 de julho, com prazo para comprovação dos documentos até 19 e 29 do mesmo mês.
 
Ao fim das três chamadas, os candidatos excluídos da pré-seleção ou pré-selecionados em cursos sem formação de turma podem manifestar interesse em entrar na lista de espera. O prazo para manifestação de interesse vai de 6 a 8 de agosto. A lista será usada pelas instituições participantes do programa para a oferta das bolsas ainda existentes.
 
 

Alunos dos 2os Anos e 3o.D (ensino médio) - Noturno

Caríssimos alunos:


Durante esta semana colocarei a correção das provas aqui no Blog para que vocês possam consultar seus resultados e comprovar seu empenho.
Fiquem de olho!!
Boa semana a todos.
Profa. Mônica

domingo, 19 de junho de 2011

DIÁRIO DE CLASSE - AULAS DE 17 DE JUNHO DE 2011

8a. G - Vespertino
Frase, Oração e Período.
Definiçao, exemplos, aula expositiva.
Trabalho com revistas (recorte e colagem) para localizar exemplos de frases, orações e períodos.

6a.C - Vespertin
Bate-papo sobre o jornal e conscientização da sala quanto disciplina.

2o.E - Noturno
Festa surpresa de aniversário (puxa vida! Vcs me pegaram realmente de surpresa, rsrsrs).
Orientações para a entrega do relatório técnico e ata.
Entrega do formulário para transcrição da ata.

2o.C
Orientações para a entrega do relatório técnico e ata.
Entrega do formulário para transcrição da ata.

3o.C - Noturno
Artigo de Opinião.
Conceito, argumentação, tese, desenvolvimento, conclusão.
Solicitação para os alunos entregarem um artigo de opinião de própria autoria na próxima aula, terça 21/06.

2o.D - Noturno

Orientações para a entrega do relatório técnico e ata.
Entrega do formulário para transcrição da ata.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

ENTREGA DO TRABALHO DA ATA

Bom dia a todos!!

Entregarei hoje o formulário próprio para a transcrição da ATA, por isso, a entrega ficará para segunda-feira, dia 20/06, por isso, não faltem na escola hoje ou, peçam a um amigo para retirar seu formulário.
Até lá!
Profa. Mônica

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Relatório Técnico Científica

Oi Felipe (2o.C)!!!
Conforme você me pediu, segue aí o link do Relatório pra vc baixar. Está em Word 2003, para não ter erro. Fui!!

http://dl.dropbox.com/u/11262574/Como%20elaborar%20um%20Relat%C3%B3rio%20T%C3%A9cnico%20Cientifico.dot

TRABALHO SOBRE ATA

Para aquele que ainda não estão com o texto do trabalho da ata, segue abaixo o link. Beijos a todos!

http://dl.dropbox.com/u/11262574/Trab_ATA.doc

Bom trabalho!

USP não usará notas do Enem em vestibular 2012

Pelo terceiro ano consecutivo a USP (Universidade de São Paulo) não adotará o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) para compor as notas do vestibular 2012. O anúncio foi comunicado pela reitoria da instituição na última terça-feira, 14 de junho, que alegou incompatibilidade entre os calendários do exame e do processo seletivo. 

Antes da reformulação do Enem, em 2009, a Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular) costumava usar a nota do exame para compor o desempenho dos candidatos na primeira fase do vestibular. Mas sem a confirmação da divulgação do resultado das provas do governo federal, segundo a assessoria de imprensa da USP, não há como manter o procedimento. Não se sabe, ao certo, se as notas serão divulgadas antes dos resultados da primeira fase da Fuvest.
 
O motivo foi o mesmo das últimas duas edições do vestibular da Fuvest, que também não utilizaram as notas do Enem.
 
Vestibular 2012
 
As inscrições para a próxima edição do vestibular da Fuvest serão realizadas de 26 de agosto a 9 de setembro. O prazo para os pedidos de isenção da taxa, cujo valor ainda não foi divulgado, já está aberto. Os pedidos devem ser feitos pela Internet até 5 de agosto.
 
Enquanto as provas da primeira fase estão previstas para serem realizadas no dia 27 de novembro, os exames da segunda fase serão aplicados de 8 a 10 de janeiro de 2012. Entre os dias 9 e 14 de outubro serão realizadas as provas de habilidade específica antecipadas para as carreiras de música (São Paulo) e artes visuais. A lista de aprovados nessas provas serão publicadas em 4 de novembro.
 
O manual do candidato será liberado a partir de 1º de agosto.

terça-feira, 14 de junho de 2011

DIÁRIO DE CLASSE - AULAS DE 14 DE JUNHO DE 2011

8a.G - Vespertino
Prova escrita - comentários da prova e correção.

6a.C - Vespertino
Oficina de leitura

3o.D - Noturno
Prova escrita bimestral

2o.B - Noturno
Prova escrita bimestral

 2o.C - Noturno
Prova escrita bimestral

Profa. Mônica

DIÁRIO DE CLASSE - AULAS DE 13 DE JUNHO DE 2011

6a.C - Vespertino
Prova escrita bimestral.

2o.D - Noturno
Prova escrita bimestral.

2o.E - Noturno
Prova escrita bimestral.

Redes de ensino recebem documento que analisa desempenho escolar

Segunda-feira, 13 de junho de 2011 - 18:26
O Ministério da Educação lançou nesta segunda-feira, 13, a publicação Jovens de 15 a 17 anos no Ensino Fundamental – caderno de reflexões. O documento é dirigido aos sistemas públicos de ensino que têm matrículas de alunos nessa faixa etária. O caderno aborda as causas desfavoráveis para um bom desempenho escolar e os desafios das redes de ensino e da comunidade na busca de condições adequadas ao aprendizado desses jovens.

Conforme dados da Pesquisa Nacional de Amostra Domiciliar (Pnad) de 2008, citados na apresentação do caderno, a população na faixa de 15 a 17 anos totalizava, naquele ano, 10,2 milhões. Desse contingente, 5,1 milhões cursavam o ensino médio, 3,1 milhões estavam no ensino fundamental e 1,6 milhão não frequentavam a escola. O objetivo do documento do MEC é sensibilizar os sistemas de ensino para esses 3,1 milhões de estudantes que estão no ensino fundamental com idade para o ensino médio.

De acordo com a assessora da coordenação geral de ensino fundamental da Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC, Sueli Teixeira Mello, o caderno, com 198 páginas, traz um conjunto de reflexões de especialistas convidados pelo ministério para trabalhar o tema. O trabalho aborda as características socioculturais, o perfil do profissional que vai trabalhar com esse público, a organização pedagógica da escola, financiamento e legislação.

Tecnologia – Além do caderno de reflexões, a Secretaria de Educação Básica vai oferecer aos sistemas de ensino uma tecnologia sobre a superação da defasagem escolar de estudantes de 15 a 17 anos que estão no ensino fundamental.

A preocupação da SEB é que as redes públicas tenham instrumentos para promover o aprendizado desses alunos. A tecnologia poderá ser solicitada por estados e municípios nos planos de ações articuladas (PAR), uma ferramenta de planejamento plurianual da gestão escolar.

A União, estados e municípios também devem, até 2016, oferecer educação pública e gratuita a todas as etapas da educação básica, dos quatro aos 17 anos. Isso foi aprovado na Emenda Constitucional nº 59, em 30 de dezembro de 2009, que determinou o fim da desvinculação das receitas da União (DRU) sobre as verbas federais da educação. Pela Emenda 59, a universalização da educação pública e gratuita dos quatro aos 17 anos é gradativa e deve ser completada em 2016.

Ionice Lorenzoni

Confira o caderno Jovens de 15 a 17 anos no Ensino Fundamental
Palavras-chave: educação básica, SEB
 
in: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=16747:redes-de-ensino-recebem-documento-que-analisa-desempenho-escolar-&catid=211&Itemid=86 [consultado em 14 de junho de 2011.]

domingo, 12 de junho de 2011

DIÁRIO DE CLASSE - AULAS DE 10 DE JUNHO DE 2011

8a.G - Vespertino
Prova escritas - bimestral

6a.C - Vespertino
Inscrição para a gincana cultural.
Grito de Guerra

2o.E  e  2o.C - Noturno
Inscrição para a gincana cultural

quinta-feira, 9 de junho de 2011

SP: 36 mil vagas de estágio no 2º semestre

Aí pessoal, oportunidades à vista, aproveitem!!!
  • 9 de junho de 2011 |
  • 23h10 |
Categoria: Agenda, Trabalho
GISELE TAMAMAR
O estudante em busca de um espaço no mercado de trabalho pode aproveitar a temporada de estágios para o segundo semestre. As empresas já deram início aos processos de seleção em busca dos novos talentos. Só para a temporada atual a previsão é de 36 mil vagas no Estado de São Paulo, sendo 30 mil estimadas pela Associação Brasileira de Estágios (Abres) e seis mil pelo Centro de Integração Empresa Escola (CIEE).
No caso das vagas projetadas pela Abres, 20 mil são para ensino superior e tecnólogo e outras 10 mil são divididas em ensino médio e médio técnico. O valor da bolsa-auxílio é variado.
A Sulamérica Seguros e Previdência, por exemplo, chega a pagar R$ 986 para uma carga horária de seis horas. Os estudantes com bom desempenho no primeiro ano de estágio recebem aumento de 10%.
Estágios são oferecidas todos os meses, mas é no meio e fim do ano que as contratações se intensificam. Isso porque um grande número de estudantes finaliza os cursos nessas épocas e seus contratos são encerrados, situação que abre novas vagas nas empresas.
Há oportunidades para as diversas fases do curso e mesmo para os que ainda nem começaram. Quem está no primeiro semestre ou ainda está na fase do vestibular também pode se cadastrar no site do CIEE, e concorrer a um estágio.
Segundo o superintendente de operações do CIEE, Eduardo de Oliveira, algumas vagas não têm grandes exigências e aceitam estudantes nessas condições.
As grandes empresas costumam ter um programa de estágio mais estruturado, com etapas de testes online, dinâmicas de grupo e entrevista com os responsáveis das áreas onde o estudante irá trabalhar.
Um dos requisitos para quem busca uma oportunidade é disponibilidade de aprendizado. Segundo a coordenadora da área de gestão de carreiras da Faculdade de Informática e Administração Paulista (Fiap), Janete Teixeira Dias, o estágio é o momento em que o estudante aplicará, na prática, o que aprende na faculdade.
“É quando surgem as dúvidas, as dificuldades. É uma forma do estagiário desenvolver uma visão mais corporativa do mundo empresarial”, diz a coordenadora da Fiap.
Aprendizado
Foi o que ocorreu com o webdesigner Caio Calderari, de 20 anos. Ele fez estágio na agência de comunicação Sauer por quatro meses e, em maio, foi efetivado.
“Na agência tive a oportunidade de aprender sobre o funcionamento do mercado de publicidade de uma outra maneira e ter uma visão ampliada do setor de comunicação. Além disso, há a oportunidade de trabalhar com diversos tipos de mídias e clientes diferenciados”, conta o webdesigner.
Para Janete Teixeira, mesmo que o estudante não tenha interesse em ser efetivado, ele deve se comportar de maneira profissional. “Em outras oportunidades ele poderá ter contato novamente com as mesmas pessoas e não vai querer ser lembrado como o estagiário sem comprometimento.”

in: http://blogs.estadao.com.br/jt-seu-bolso/sp-36-mil-vagas-de-estagio-no-segundo-semestre/

DIÁRIO DE CLASSE - AULAS DE 09 DE JUNHO DE 2011

Perdeu alguma coisa????
Então pega aqui!!!
Fui!!!

2o.B - Noturno
Interpretação e análise do soneto "Confronto" de Carlos Drummond de Andrade.

3o.D - Noturno
Vanguarda européia (Contexto Histórico)

2o.E - Noturno
Organização para a gincana cultural: inscrições e nome da equipe.

2o.A - Noturno
Soneto "Confronto"de Carlos Drummond de Andrade para interpretação e análise.

Resumo - As Origens da Literatura Brasileira

O estudo sobre as origens da literatura brasileira deve ser feito levando-se em conta duas vertentes: a histórica e a estética. O ponto de vista histórico orienta no sentido de que a literatura brasileira é uma expressão de cultura gerada no seio da literatura portuguesa. Como até bem pouco tempo eram muito pequenas as diferenças entre a literatura dos dois países, os historiadores acabaram enaltecendo o processo da formação literária brasileira, a partir de uma multiplicidade de coincidências formais e temáticas. A outra vertente (aquela que salienta a estética como pressuposto para a análise literária brasileira) ressalta as divergências que desde o primeiro instante se acumularam no comportamento (como nativo e colonizado) do homem americano, influindo na composição da obra literária. Em outras palavras, considerando que a situação do colono tinha de resultar numa nova concepção da vida e das relações humanas, com uma visão própria da realidade, a corrente estética valoriza o esforço pelo desenvolvimento das formas literárias no Brasil, em busca de uma expressão própria, tanto quanto possível original
Em resumo: estabelecer a autonomia literária é descobrir os momentos em que as formas e artifícios literários se prestam a fixar a nova visão estética da nova realidade. Assim, a literatura, ao invés de períodos cronológicos, deverá ser dividida, desde o seu nascedouro, de acordo com os estilos correspondentes às suas diversas fases, do Quinhentismo ao Modernismo, até a fase da contemporaneidade.

Duas eras - A literatura brasileira tem sua história dividida em duas grandes eras, que acompanham a evolução política e econômica do país: a Era Colonial e a Era Nacional, separadas por um período de transição, que corresponde à emancipação política do Brasil. As eras apresentam subdivisões chamadas escolas literárias ou estilos de época.
A Era Colonial abrange o Quinhentismo (de 1500, ano do descobrimento, a 1601), o Seiscentismo ou Barroco (de 1601 a 1768), o Setecentismo (de 1768 a 1808) e o período de Transição (de 1808 a 1836). A Era Nacional, por sua vez, envolve o Romantismo (de 1836 a 1881), o Realismo (de 1881 a 1893), o Simbolismo (de 1893 a 1922) e o Modernismo (de 1922 a 1945). A partir daí, o que está em estudo é a contemporaneidade da literatura brasileira.


O Quinhentismo

Esta expressão é a denominação genérica de todas as manifestações literárias ocorridas no Brasil durante o século XVI, correspondendo à introdução da cultura eu-ropéia em terras brasileiras. Não se pode falar em uma literatura "do" Brasil, como característica do país naquele período, mas sim em literatura "no" Brasil - uma literatura ligada ao Brasil, mas que denota as ambições e as intenções do homem europeu.
No Quinhentismo, o que se demonstrava era o momento histórico vivido pela Península Ibérica, que abrangia uma literatura informativa e uma literatura dos jesuítas, como principais manifestações literárias no século XVI. Quem produzia literatura naquele período estava com os olhos voltados para as riquezas materiais (ouro, prata, ferro, madeira, etc.), enquanto a literatura dos jesuítas se preocupava com o trabalho de catequese.
Com exceção da carta de Pero Vaz de Caminha, considerada o primeiro documento da literatura no Brasil, as principais crônicas da literatura informativa datam da segunda metade do século XVI, fato compreensível, já que a colonização só pode ser contada a partir de 1530. A literatura jesuítica, por seu lado, também caracteriza o final do Quinhentismo, tendo esses religiosos pisado o solo brasileiro somente em 1549.
A literatura informativa, também chamada de literatura dos viajantes ou dos cronistas, reflexo das grandes navegações, empenha-se em fazer um levantamento da terra nova, de sua flora, fauna, de sua gente. É, portanto, uma literatura meramente descritiva e, como tal, sem grande valor literário
A principal característica dessa manifestação é a exaltação da terra, resultante do assombro do europeu que vinha de um mundo temperado e se defrontava com o exotismo e a exuberância de um mundo tropical. Com relação à linguagem, o louvor à terra aparece no uso exagerado de adjetivos, quase sempre empregados no superlativo (belo é belíssimo, lindo é lindíssimo etc.)
O melhor exemplo da escola quinhentista brasileira é Pero Vaz de Caminha. Sua "Carta ao Eu Rei Dom Manuel sobre o acuamento do Brasil", além do inestimável valor histórico, é um trabalho de bom nível literário. O texto da carta mostra clara-mente o duplo objetivo que, segundo Caminha, impulsionava os portugueses para as aventuras marítimas, isto é, a conquista dos bens materiais e a dilatação da fé cristã.
Literatura jesuíta - Conseqüência da contra-reforma, a principal preocupação dos jesuítas era o trabalho de catequese, objetivo que determinou toda a sua produção literária, tanto na poesia quanto no teatro. Mesmo assim, do ponto de vista estético, foi a melhor produção literária do Quinhentismo brasileiro. Além da poesia de devoção, os jesuítas cultivaram o teatro de caráter pedagógico, baseado em trechos bíblicos, e as cartas que informavam aos superiores na Europa sobre o andamento dos trabalhos na colônia.
Não se pode comentar, no entanto, a literatura dos jesuítas sem referências ao que o padre José de Anchieta representa para o Quinhentismo brasileiro. Chamado pelos índios de "Grande Peai" (supremo pajé branco), Anchieta veio para o Brasil em 1553 e, no ano seguinte, fundou um colégio no planalto paulista, a partir do qual surgiu a cidade de São Paulo.
Ao realizar um exaustivo trabalho de catequese, José de Anchieta deixou uma fabulosa herança literária: a primeira gramática do tupi-guarani, insuperável cartilha para o ensino da língua dos nativos; várias poesias no estilo do verso medieval; e diversos autos, segundo o modelo deixado pelo poeta português Gil Vicente, que agrega à moral religiosa católica os costumes dos indígenas, sempre com a preocupação de caracterizar os extremos, como o bem e o mal, o anjo e o diabo.


O Barroco

O Barroco no Brasil tem seu marco inicial em 1601, com a publicação do poema épico "Prosopopéia", de Bento Teixeira, que introduz definitivamente o modelo da poesia camoniana em nossa literatura. Estende-se por todo o século XVII e início do XVIII.
Embora o Barroco brasileiro seja datado de 1768, com a fundação da Arcádia Ultramarina e a publicação do livro "Obras", de Cláudio Manuel da Costa, o movimento academicista ganha corpo a partir de 1724, com a fundação da Academia Brasílica dos Esquecidos. Este fato assinala a decadência dos valores defendidos pelo Barroco e a ascensão do movimento árcade. O termo barroco denomina genericamente todas as manifestações artísticas dos anos de 1600 e início dos anos de 1700. Além da literatura, estende-se à música, pintura, escultura e arquitetura da época.
Antes do texto de Bento Teixeira, os sinais mais evidentes da influência da poesia barroca no Brasil surgiram a partir de 1580 e começaram a crescer nos anos seguintes ao domínio espanhol na Península Ibérica, já que é a Espanha a responsável pela unificação dos reinos da região, o principal foco irradiador do novo estilo poético.
O quadro brasileiro se completa no século XVII, com a presença cada vez mais forte dos comerciantes, com as transformações ocorridas no Nordeste em conseqüência das invasões holandesas e, finalmente, com o apogeu e a decadência da cana-de-açúcar.
Uma das principais referências do barroco brasileiro é Gregório de Matos Guerra, poeta baiano que cultivou com a mesma beleza tanto o estilo contesta quanto o concertista (o cultismo é marcado pela linguagem rebuscada, extravagante, enquanto o concretismo caracteriza-se pelo jogo de idéias, de conceitos. O primeiro valoriza o pormenor, enquanto o segundo segue um raciocínio lógico, racionalista)
Na poesia lírica e religiosa, Gregório de Matos deixa claro certo idealismo renascentista, colocado ao lado do conflito (como de hábito na época) entre o pecado e o perdão, buscando a pureza da fé, mas tendo ao mesmo tempo necessidade de viver a vida mundana. Contradição que o situava com perfeição na escola barroca do Brasil.
Antônio Vieira - Se por um lado, Gregório de Matos mexeu com as estruturas morais e a tolerância de muita gente - como o administrador português, o próprio rei, o clero e os costumes da própria sociedade baiana do século XVII - por outro, ninguém angariou tantas críticas e inimizades quanto o "impiedoso" Padre Antônio Vieira, detentor de um invejável volume de obras literárias, inquietantes para os padrões da época.
Politicamente, Vieira tinha contra si a pequena burguesia cristã (por defender o capitalismo judaico e os cristãos-novos); os pequenos comerciantes (por defender o monopólio comercial); e os administradores e colonos (por defender os índios). Essas posições, principalmente a defesa dos cristãos-novos, custaram a Vieira uma condenação da Inquisição, ficando preso de 1665 a 1667.
A obra do Padre Antônio Vieira pode ser dividida em três tipos de trabalhos: Profecias, Cartas e Sermões.
As Profecias constam de três obras: "História do futuro", "Esperanças de Portugal" e "Caves Prophetarum". Nelas se notam o sebastianismo e as esperanças de que Portugal se tornaria o "quinto império do Mundo". Segundo ele, tal fato estaria escrito na Bíblia. Aqui ele demonstra bem seu estilo alegórico de interpretação bíblica (uma característica quase que constante de religiosos brasileiros íntimos da literatura barroca). Além, é claro, de revelar um nacionalismo megalomaníaco e servidão incomum.

O grosso da produção literária do Padre Antônio Vieira está nas cerca de 500 cartas. Elas versam sobre o relacionamento entre Portugal e Holanda, sobre a Inquisição e os cristãos novos e sobre a situação da colônia, transformando-se em importantes documentos históricos.
O melhor de sua obra, no entanto, está nos 200 sermões. De estilo barroco concertista, totalmente oposto ao Gongorismo, o pregador português joga com as idéias e os conceitos, segundo os ensinamentos de retórica dos jesuítas. Um dos seus principais trabalhos é o "Sermão da Sexagésima", pregado na capela Real de Lisboa, em 1655. A obra também ficou conhecida como "A palavra de Deus". Polêmico, este sermão resume a arte de pregar. Com ele, Vieira procurou atingir seus adversários católicos, os gongóricos dominicanos, analisando no sermão "Por que não frutificava a Palavra de Deus na terra", atribuindo-lhes culpa.


O Arcadismo

O Arcadismo no Brasil começa no ano de 1768, com dois fatos marcantes: a fundação da Arcádia Ultramarina e a publicação de "Obras", de Cláudio Manuel da Costa. A escola setecentista, por sinal, desenvolve-se até 1808, com a chegada da Família Real ao Rio de Janeiro, que, com suas medidas político-administrativas, permite a introdução do pensamento pré-romântico no Brasil.
No início do século XVIII dá-se a decadência do pensamento barroco, para a qual vários fatores colaboraram, entre eles o cansaço do público com o exagero da ex-pressão barroca e da chamada arte cortesã, que se desenvolvera desde a Renascença e atinge em meados do século um estágio estacionário (e até decadente), perdendo terreno para o subjetivismo burguês; o problema da ascensão burguesa superou o problema religioso; surgem as primeiras arcadas, que procuram a pureza e a simplicidade das formas clássicas; os burgueses, como forma de combate ao poder monárquico, começam a cultuar o "bom selvagem", em oposição ao homem corrompido pela sociedade.
Gosto burguês - Assim, a burguesia atinge uma posição de domínio no campo econômico e passa a lutar pelo poder político, então em mãos da monarquia. Isso se reflete claramente no campo social e das artes: a antiga arte cerimonial das cortes cede lugar ao poder do gosto burguês.
Pode-se dizer que a falta de substitutos para o Padre Antônio Vieira e Gregório de Matos, mortos nos últimos cinco anos do século XVII, foi também um aspecto motivador do surgimento do Arcadismo no Brasil. De qualquer forma, suas características no país seguem a linha européia: a volta aos padrões clássicos da Antigüidade e do Renascimento; a simplicidade; a poesia bucólica, pastoril; o fingimento poético e o uso de pseudônimos. Quanto ao aspecto formal, a escola é marcada pelo soneto, os versos decassílabos, a rima optativa e a tradição da poesia épica. O Arcadismo tem como principais nomes: Cláudio Manuel da Costa, Tomás Antônio Gonzaga, José de Santa Rita Durão e Basílio da Gama.


O Romantismo

O Romantismo se inicia no Brasil em 1836, quando Gonçalves de Magalhães publica na França a "Niterói - Revista Brasiliense", e, no mesmo ano, lança um livro de poesias românticas intitulado "Suspiros poéticos e saudades".
Em 1822, Dom Pedro I concretiza um movimento que se fazia sentir, de forma mais imediata, desde 1808: a independência do Brasil. A partir desse momento, o novo país necessita inserir-se no modelo moderno, acompanhando as nações independentes da Europa e América. A imagem do português conquistador deveria ser varrida. Há a necessidade de auto-afirmação da pátria que se formava. O ciclo da mineração havia dado condições para que as famílias mais abastadas mandassem seus filhos à Europa, em particular França e Inglaterra, onde buscam soluções para os problemas brasileiros. O Brasil de então nem chegava perto da formação social dos países industrializados da Europa (burguesia/proletariado). A estrutura social do passado próximo (aristocracia/escravo) ainda prevalecia. Nesse Brasil, segundo o historiador José de Nicola, "o ser burguês ainda não era uma posição econômica e social, mas mero estado de espírito, norma de comportamento".
Marco final - Nesse período, Gonçalves de Magalhães viajava pela Europa. Em 1836, ele funda a revista Niterói, da qual circularam apenas dois números, em Paris. Nela, ele publica o "Ensaio sobre a história da literatura brasileira", considerado o nosso primeiro manifesto romântico. Essa escola literária só teve seu marco final no ano de 1881, quando foram lançados os primeiros romances de tendência naturalista e realista, como "O mulato", de Aluízio Azevedo, e "Memórias póstumas de Brás Cubas", de Machado de Assis. Manifestações do movimento realista, aliás, já vinham ocorrendo bem antes do início da decadência do Romantismo, como, por exemplo, o liderado por Tobias Barreto desde 1870, na Escola de Recife.
O Romantismo, como se sabe, define-se como modismo nas letras universais a partir dos últimos 25 anos do século XVIII. A segunda metade daquele século, com a industrialização modificando as antigas relações econômicas, leva a Europa a uma nova composição do quadro político e social, que tanto influenciaria os tempos modernos. Daí a importância que os modernistas deram à Revolução Francesa, tão exaltada por Gonçalves de Magalhães. Em seu "Discurso sobre a história da literatura do Brasil", ele diz: "...Eis aqui como o Brasil deixou de ser colônia e foi depois elevado à categoria de Reino Unido. Sem a Revolução Francesa, que tanto esclareceu os povos, esse passo tão cedo se não daria...".
A classe social delineia-se em duas classes distintas e antagônicas, embora atochassem paralelas durante a Revolução Francesa: a classe dominante, agora representada pela burguesia capitalista industrial, e a classe dominada, representada pelo proletariado. O Romantismo foi uma escola burguesa de caráter ideológico, a favor da classe dominante. Daí porque o nacionalismo, o sentimentalismo, o subjetivismo e o irracionalismo - características marcantes do Romantismo inicial - não podem ser analisados isoladamente, sem se fazer menção à sua carga ideológica.
Novas influências - No Brasil, o momento histórico em que ocorre o Romantismo tem que ser visto a partir das últimas produções árcades, caracterizadas pela sátira política de Gonzaga e Silva Alvarenga. Com a chegada da Corte, o Rio de Janeiro passa por um processo de urbanização, tornando-se um campo propício à divulgação das novas influências européias. A colônia caminhava no rumo da independência.
Após 1822, cresce no Brasil independente o sentimento de nacionalismo, bus-ca-se o passado histórico, exalta-se a natureza pátria. Na realidade, características já cultivadas na Europa, e que se encaixaram perfeitamente à necessidade brasileira de ofuscar profundas crises sociais, financeiras e econômicas.
De 1823 a 1831, o Brasil viveu um período conturbado, como reflexo do autoritarismo de D. Pedro I: a dissolução da Assembléia Constituinte; a Constituição outorgada; a Confederação do Equador; a luta pelo trono português contra seu irmão D. Miguel; a acusação de ter mandado assassinar Líbero Badaró e, finalmente, a abolição da escravatura. Segue-se o período regencial e a maioridade prematura de Pedro II. É neste ambiente confuso e inseguro que surge o Romantismo brasileiro, carregado de lusofobia e, principalmente, de nacionalismo.
No final do Romantismo brasileiro, a partir de 1860, as transformações econômicas, políticas e sociais levam a uma literatura mais próxima da realidade; a poesia reflete as grandes agitações, como a luta abolicionista, a Guerra do Paraguai, o ideal de República. É a decadência do regime monárquico e o aparecimento da poesia social de Castro Alves. No fundo, uma transição para o Realismo.
O Romantismo apresenta uma característica inusitada: revela nitidamente uma evolução no comportamento dos autores românticos. A comparação entre os primeiros e os últimos representantes dessa escola mostra traços peculiares a cada fase, mas discrepantes entre si. No caso brasileiro, por exemplo, há uma distância considerável entre a poesia de Gonçalves Dias e a de Castro Alves. Daí a necessidade de se dividir o Romantismo em fases ou gerações. No romantismo brasileiro podemos reconhecer três gerações: geração nacionalista ou indianista; geração do "mal do século" e a "geração condoreira".
A primeira (nacionalista ou indianista) é marcada pela exaltação da natureza, volta ao passado histórico, medievalismo, criação do herói nacional na figura do índio, de onde surgiu a denominação "geração indianista". O sentimentalismo e a religiosidade são outras características presentes. Entre os principais autores, destacam-se Gonçalves de Magalhães, Gonçalves Dias e Araújo Porto.
Egocentrismo - A segunda (do "mal do século", também chamada de geração byroniana, de Lorde Byron) é impregnada de egocentrismo, negativismo boêmio, pessimismo, dúvida, desilusão adolescente e tédio constante. Seu tema preferido é a fuga da realidade, que se manifesta na idealização da infância, nas virgens sonhadas e na exaltação da morte. Os principais poetas dessa geração foram Álvares de Azevedo, Casimiro de Abreu, Junqueira Freire e Fagundes Varela.
A geração condoreira, caracterizada pela poesia social e libertária, reflete as lutas internas da segunda metade do reinado de D. Pedro II. Essa geração sofreu intensamente a influência de Victor Hugo e de sua poesia político-social, daí ser conhecida como geração iguana. O termo condoreirismo é conseqüência do símbolo de liberdade adotado pelos jovens românticos: o condor, águia que habita o alto da cordilheira dos Andes. Seu principal representante foi Castro Alves, seguido por Tobias Barreto e Sousândrade.
Duas outras variações literárias do Romantismo merecem destaque: a prosa e o teatro romântico. José de Nicola demonstrou quais as explicações para o aparecimento e desenvolvimento do romance no Brasil: "A importação ou simples tradução de romances europeus; a urbanização do Rio de Janeiro, transformado, então, em Corte, criando uma sociedade consumidora representada pela aristocracia rural, profissionais liberais, jovens estudantes, todos em busca de entretenimento; o espírito nacionalista em conseqüência da independência política a exigir uma "cor local" para os enredos; o jornalismo vivendo o seu primeiro grande impulso e a divulgação em massa de folhetins; o avanço do teatro nacional".
Os romances respondiam às exigências daquele público leitor; giravam em Torino da descrição dos costumes urbanos, ou de amenidades das zonas rurais, ou de imponentes selvagens, apresentando personagens idealizados pela imaginação e ideologia românticas com os quais o leitor se identificava, vivendo uma realidade que lhe convenha. Algumas poucas obras, porém, fugiram desse esquema, como "Memórias de um Sargento de Milícias", de Manuel Antônio de Almeida, e até "Inocência", do Visconde de Taunay.
Ao se considerar a mera cronologia, o primeiro romance brasileiro foi "O filho do pescador", publicado em 1843, de autoria de Teixeira de Souza (1812-1881). Mas se tratava de um romance sentimentalóide, de trama confusa e que não serve para definir as linhas que o romance romântico seguiria na literatura brasileira.
Por esta razão, sobretudo pela aceitação obtida junto ao público leitor, justa-mente por ter moldado o gosto deste público ou correspondido às suas expectativas, convencionou-se adotar o romance "A Moreninha", de Joaquim Manuel de Macedo, publicado em 1844, como o primeiro romance brasileiro.
Dentro das características básicas da prosa romântica, destacam-se, além de Joaquim Manuel de Macedo, Manuel Antônio de Almeida e José de Alencar. Almeida, por sinal, com as "Memórias de um Sargento de Milícias" realizou uma obra total-mente inovadora para sua época, exatamente quando Macedo dominava o ambiente literário. As peripécias de um sargento descritas por ele podem ser consideradas como o verdadeiro romance de costumes do Romantismo brasileiro, pois abandona a visão da burguesia urbana, para retratar o povo com toda a sua simplicidade.
"Casamento" - José de Alencar, por sua vez, aparece na literatura brasileira como o consolidado do romance, um ficcionista que cai no gosto popular. Sua obra é um retrato fiel de suas posições políticas e sociais. Ele defendia o "casamento" entre o nativo e o europeu colonizador, numa troca de favores: uns ofereciam a natureza virgem, um solo esplêndido; outros a cultura. Da soma desses fatores resultaria um Brasil independente. "O guarani" é o melhor exemplo, ao se observar a relação do principal personagem da obra, o índio Fere, com a família de D. Antônio de Maces.
Este jogo de interesses entre o índio e o europeu, proposto por Alencar, aparece também em "Iracema" (um anagrama da palavra América), na relação da índia com o português Martim. Moacir, filho de Iracema e Martim, é o primeiro brasileiro fruto desse casamento.
José de Alencar diversificou tanto sua obra que tornou possível uma classificação por modalidades: romances urbanos ou de costumes (retratando a sociedade carioca de sua época - o Rio do II Reinado); romances históricos (dois, na verdade, volta-los para o período colonial brasileiro - "As minas de prata" e "A guerra dos mascastes"); romances regionais ("O sertanejo" e "O gaúcho" são as duas obras regionais de Alencar); romances rurais ( como "Til" e "O tronco do ipê"; e romances indianistas, que trouxeram maior popularidade para o escritor, como "O Guarani", "Iracema" e "Ubirajara".


Realismo e Naturalismo

"O Realismo é uma reação contra o Romantismo: o Romantismo era a apoteose do sentimento - o Realismo é a anatomia do caráter. É a crítica do homem. É a arte que nos pinta a nossos próprios olhos - para condenar o que houve de mau na nossa sociedade." Ao cunhar este conceito, Eça de Queiroz sintetizou a visão de vida que os autores da escola realista tinham do homem durante e logo após o declínio do Romantismo.
Este estilo de época teve uma prévia: os românticos Castro Alves, Sousândrade e Tobias Barreto, embora fizessem uma poesia romântica na forma e na expressão, utilizavam temas voltados para a realidade político-social da época (final da década de 1860). Da mesma forma, algumas produções do romance romântico já apontavam para um novo estilo na literatura brasileira, como algumas obras de Manuel Antônio de Almeida, Franklin Távora e Visconde de Taunay. Começava-se o abandono do Romantismo enquanto surgiam os primeiros sinais do Realismo.
Na década de 70 surge a chamada Escola de Recife, com Tobias Barreto, Silvio Romero e outros, aproximando-se das idéias européias ligadas ao positivismo, ao evolucionismo e, principalmente, à filosofia. São os ideais do Realismo que encontravam ressonância no conturbado momento histórico vivido pelo Brasil, sob o signo do abolicionismo, do ideal republicano e da crise da Monarquia.
No Brasil, considera-se 1881 como o ano inaugural do Realismo. De fato, esse foi um ano fértil para a literatura brasileira, com a publicação de dois romances fundamentais, que modificaram o curso de nossas letras: Aluízio Azevedo publica "O mulato", considerado o primeiro romance naturalista do Brasil; Machado de Assis publica "Memórias Póstumas de Brás Cubas", o primeiro romance realista de nossa literatura.
Na divisão tradicional da história da literatura brasileira, o ano considerado data final do Realismo é 1893, com a publicação de "Missal" e "Broqueis", ambos de Cruz e Sousa, obras inaugurais do Simbolismo, mas não o término do Realismo e suas manifestações na prosa - com os romances realistas e naturalistas - e na poesia, com o Parnasianismo.
"Príncipe dos poetas" - Da mesma forma, o início do Simbolismo, em 1893, não representou o fim do Realismo, porque obras realistas foram publicadas posteriormente a essa data, como "Dom Casmurro", de Machado de Assis, em 1900, e "Esaú e Jacó", do mesmo autor, em 1904. Olavo Bilac, chamado "príncipe dos poetas", obteve esta distinção em 1907. A Academia Brasileira de Letras, templo do Realismo, também foi inaugurada posteriormente à data-marco do fim do Realismo: 1897. Na realidade, nos últimos vinte anos do século XIX e nos primeiros do século XX, três estéticas se desenvolvem paralelamente: o Realismo e suas manifestações, o Simbolismo e o Pré-Modernismo, que só conhecem o golpe fatal em 1922, com a Semana de Arte Moderna.
O Realismo reflete as profundas transformações econômicas, políticas, sociais e culturais da segunda metade do século XIX. A Revolução Industrial, iniciada no século XVIII, entra numa nova fase, caracterizada pela utilização do aço, do petróleo e da eletricidade; ao mesmo tempo, o avanço científico leva a novas descobertas nos campos da física e da química. O capitalismo se estrutura em moldes modernos, com o surgimento de grandes complexos industriais, aumentando a massa operária urbana, e formando uma população marginalizada, que não partilha dos benefícios do progresso industrial, mas, pelo contrário, é explorada e sujeita a condições subumanas de trabalho.
O Brasil também passa por mudanças radicais tanto no campo econômico quanto no político-social, no período compreendido entre 1850 e 1900, embora com profundas diferenças materiais, se comparadas às da Europa. A campanha abolicionista intensifica-se a partir de 1850; a Guerra do Paraguai (1864/1870) tem como conseqüência o pensamento republicano (o Partido Republicano foi fundado no ano em que essa guerra terminou); a Monarquia vive uma vertiginosa decadência. A Lei Áurea, de 1888, não resolveu o problema dos negros, mas criou uma nova realidade: o fim da mão-de-obra escrava e sua substituição pela mão-de-obra assalariada, então representada pelas levas de imigrantes europeus que vinham trabalhar na lavoura cafeeira, o que originou uma nova economia voltada para o mercado externo, mas agora sem a estrutura colonialista.

Raul Pompéia, Machado de Assis e Aluízio Azevedo transformaram-se nos principais representantes da escola realista no Brasil. Ideologicamente, os autores desce período são antimonárquicos, assumindo uma defesa clara do ideal republicano, como nos romances "O mulato", "O cortiço" e "O Ateneu". Eles negam a burguesia a partir da família. A expressão Realismo é uma denominação genérica da escola literária, que abriga três tendências distintas: "romance realista", "romance naturalista" e "poesia parnasiana".

O romance realista foi exaustivamente cultivado no Brasil por Machado de Asses. Trata-se de uma narrativa mais preocupada com a análise psicológica, fazendo a crítica à sociedade a partir do comportamento de determinados personagens. Para se ter uma idéia, os cinco romances da fase realista de Machado de Assis apresentam nomes próprios em seus títulos ("Brás Cubas"; "Quincas Borba"; "Dom Casmurro", "Esaú e Jacó"; e "Aires"). Isto revela uma clara preocupação com o indivíduo. O romance realista analisa a sociedade por cima.
Em outras palavras: seus personagens são capitalistas, pertencem à classe dominante. O romance realista é documental, retrato de uma época.

Veja mais em: Realismo e Naturalismo.


Naturalismo

O romance naturalista, por sua vez, foi cultivado no Brasil por Aluísio Azevedo e Júlio Ribeiro. Aqui, Raul Pompéia também pode ser incluído, mas seu caso é muito particular, pois seu romance "O Ateneu" ora apresenta características naturalistas, ora realistas, ora impressionistas. A narrativa naturalista é marcada pela forte análise social, a partir de grupos humanos marginalizados, valorizando o coletivo. Os títulos das obras naturalistas apresentam quase sempre a mesma preocupação: "O mulato", "O cortiço", "Casa de pensão", "O Ateneu".
O Naturalismo apresenta romances experimentais. A influência de Charles Darwin se faz sentir na máxima segundo a qual o homem é um animal; portanto antes de usar a razão deixa-se levar pelos instintos naturais, não podendo ser reprimido em suas manifestações instintivas, como o sexo, pela moral da classe dominante. A constante repressão leva às taras patológicas, tão ao gosto do Naturalismo. Em conseqüência, esses romances são mais ousados e erroneamente tachados por alguns de pornográficos, apresentando descrições minuciosas de atos sexuais, tocando, inclusive, em temas então proibidos como o homossexualismo - tanto o masculino ("O Ateneu"), quanto o feminino ("O cortiço").


O Parnasianismo

A poesia parnasiana preocupa-se com a forma e a objetividade, com seus sonetos alexandrinos perfeitos. Olavo Bilac, Raimundo Correia e Alberto de Oliveira formam a trindade parnasiana O Parnasianismo é a manifestação poética do Realismo, dizem alguns estudiosos da literatura brasileira, embora ideologicamente não mantenha todos os pontos de contato com os romancistas realistas e naturalistas. Seus poetas estavam à margem das grandes transformações do final do século XIX e início do circulo XX.
Culto à forma - A nova estética se manifesta a partir do final da década de 1870, prolongando-se até a Semana de Arte Moderna. Em alguns casos chegou a ultrapassar o ano de 1922 (não considerando, é claro, o neoparnasianismo). Objetividade temática e culto da forma: eis a receita. A forma fixa representada pelos sonetos; a métrica dos versos alexandrinos perfeitos; a rima rica, rara e perfeita. Isto tudo como negação da poesia romântica dos versos livres e brancos. Em suma, é o endeusamento da forma.


O Simbolismo

É comum, entre críticos e historiadores, afirmar-se que o Brasil não teve momento típico para o Simbolismo, sendo essa escola literária a mais européia, dentre as que contaram com seguidores nacionais, no confronto com as demais. Por isso, foi chamada de "produto de importação". O Simbolismo no Brasil começa em 1893 com a publicação de dois livros: "Missal" (prosa) e "Broqueis" (poesia), ambos do poeta catarinense Cruz e Sousa, e estende-se até 1922, quando se realizou a Semana de Arte Moderna.
O início do Simbolismo não pode ser entendido como o fim da escola anterior, o Realismo, pois no final do século XIX e início do século XX tem-se três tendências que caminham paralelas: Realismo, Simbolismo e pré-Modernismo, com o aparecimento de alguns autores preocupados em denunciar a realidade brasileira, entre eles Euclides da Cunha, Lima Barreto e Monteiro Lobato. Foi a Semana de Arte Moderna que pôs fim a todas as estéticas anteriores e traçou, de forma definitiva, novos rumos para a literatura do Brasil.
Transição - O Simbolismo, em termos genéricos, reflete um momento histórico extremamente complexo, que marcaria a transição para o século XX e a definição de um novo mundo, consolidado a partir da segunda década deste século. As últimas manifestações simbolistas e as primeiras produções modernistas são contemporâneas da primeira Guerra Mundial e da Revolução Russa.
Neste contexto de conflitos e insatisfações mundiais (que motivou o surgimento do Simbolismo), era natural que se imaginasse a falta de motivos para o Brasil desenvolver uma escola de época como essa. Mas é interessante notar que as origens do Simbolismo brasileiro se deram em uma região marginalizada pela elite cultural e política: o Sul - a que mais sofreu com a oposição à recém-nascida República, ainda impregnada de conceitos, teorias e práticas militares. A República de então não era a que se desejava. E o Rio Grande do Sul, onde a insatisfação foi mais intensa, transfor-mou-se em palco de lutas sangrentas iniciadas em 1893, o mesmo ano do início do Simbolismo.

Esse ambiente provavelmente representou a origem do Simbolismo, marcado por filtrações, angústias, falta de perspectivas, rejeitando o fato e privilegiando o sujeito. E isto é relevante pois a principal característica desse estilo de época foi justa-mente a negação do Realismo e suas manifestações. A nova estética nega o cientificismo, o materialismo e o racionalismo. E valoriza as manifestações metafísicas e espirituais, ou seja, o extremo oposto do Naturalismo e do Parnasianismo.
"Dante Negro" - Impossível referir-se ao Simbolismo sem reverenciar seus dois grandes expoentes: Cruz e Sousa e Alphonsus de Guimarães. Aliás, não seria exagero afirmar que ambos foram o próprio Simbolismo. Especialmente o primeiro, chamado, então, de "cisne negro" ou "Dante negro". Figura mais importante do Simbolismo brasileiro, sem ele, dizem os especialistas, não haveria essa estética no Brasil. Como poenta, teve apenas um volume publicado em vida: "Broqueis" (os dois outros volumes de poesia são póstumos). Teve uma carreira muito rápida, apesar de ser considerado um dos maiores nomes do Simbolismo universal. Sua obra apresenta uma evolução importante: na medida em que abandona o subjetivismo e a angústia iniciais, avança para posições mais universalizastes - sua produção inicial fala da dor e do sofrimento do homem negro (observações pessoais, pois era filho de escravos), mas evolui para o sofrimento e a angústia do ser humano.
Já Alphonsus de Guimarães preferiu manter-se fiel a um "triângulo" que caracterizou toda a sua obra: misticismo, amor e morte. A crítica o considera o mais místico poeta de nossa literatura. O amor pela noiva, morta às vésperas do casamento, e sua profunda religiosidade e devoção por Nossa Senhora geraram, e não poderia ser deferente, um misticismo que beirava o exagero. Um exemplo é o "Centenário das dores de Nossa Senhora", em que ele atesta sua devoção pela Virgem. A morte aparece em sua obra como um único meio de atingir a sublimação e se aproximar de Constança - a noiva morta - e da Virgem. Daí o amor aparecer sempre espiritualizado. A própria decisão de se isolar na cidade mineira de Mariana, que ele próprio considerou sua "torre de marfim", é uma postura simbolista.


O Pré-Modernismo

O que se convencionou chamar de pré-Modernismo no Brasil não constitui uma escola literária. Pré-Modernismo é, na verdade, um termo genérico que designa toda uma vasta produção literária, que caracteriza os primeiros vinte anos deste século. Nele é que se encontram as mais variadas tendências e estilos literários - desde os poetas parnasianos e simbolistas, que continuavam a produzir, até os escritores que começavam a desenvolver um novo regionalismo, alguns preocupados com uma literatura política, e outros com propostas realmente inovadoras. É grande a lista dos auditores que pertenceram ao pré-Modernismo, mas, indiscutivelmente, merecem destaque: Euclides da Cunha, Lima Barreto, Graça Aranha, Monteiro Lobato e Augusto dos Anjos.
Assim, pode-se dizer que essa escola começou em 1902, com a publicação de dois livros: "Os sertões", de Euclides da Cunha, e "Canaã", de Graça Aranha, e se estende até o ano de 1922, com a realização da Semana de Arte Moderna.
Apesar de o pré-Modernismo não constituir uma escola literária, apresentando individualidades muito fortes, com estilos às vezes antagônicos - como é o caso, por exemplo, de Euclides da Cunha e Lima Barreto - percebe-se alguns pontos comuns entre as principais obras pré-modernistas: a) eram obras inovadoras, que apresentavam ruptura com o passado, com o academicismo; b) primavam pela denúncia da realidade brasileira, negando o Brasil literário, herdado do Romantismo e do Parnasianismo. O grande tema do pré-Modernismo é o Brasil não-oficial do sertão nordestino, dos caboclos interioranos, dos subúrbios; c) acentuavam o regionalismo, com o qual os autores acabam montando um vasto painel brasileiro: o Norte e o Nordeste nas obras de Euclides da Cunha, o Vale do Rio Paraíba e o interior paulista nos textos de Monteiro Lobato, o Espírito Santo, retratado por Graça Aranha, ou o subúrbio carioca, temática quase que invariável na obra de Lima Barreto; d)difundiram os tipos humanos marginalizados, que tiveram ampliado o seu perfil, até então desconhecido, ou desprezado, quando conhecido - o sertanejo nordestino, o caipira, os funcionários públicos, o mu-lato; e) traçaram uma ligação entre os fatos políticos, econômicos e sociais contemporâneos, aproximando a ficção da realidade.
Esses escritores acabaram produzindo uma redescoberta do Brasil, mais próxima da realidade, e pavimentaram o caminho para o período literário seguinte, o Modernismo, iniciado em 1922, que acentuou de vez a ruptura com o que até então se conhecia como literatura brasileira.


A Semana de Arte Moderna

O Modernismo, como tendência literária, ou estilo de época, teve seu prenuncio com a realização da Semana de Arte Moderna no Teatro Municipal de São Paulo, nos dias 13, 15 e 17 de fevereiro de 1922. Idealizada por um grupo de artistas, a Semana pretendia colocar a cultura brasileira a par das correntes de vanguarda do pensamento europeu, ao mesmo tempo que pregava a tomada de consciência da realidade brasileira.
O Movimento não deve ser visto apenas do ponto de vista artístico, como recomendam os historiadores e críticos especializados em história da literatura brasileira, mas também como um movimento político e social. O país estava dividido entre o rural e o urbano. Mas o bloco urbano não era homogêneo. As principais cidades brasileiras, em particular São Paulo, conheciam uma rápida transformação como conseqüência do processo industrial. A primeira Guerra Mundial foi a responsável pelo primeiro surto de industrialização e conseqüente urbanização. O Brasil contava com 3.358 indústrias em 1907. Em 1920, esse número pulou para 13.336. Isso significou o surgimento de uma burguesia industrial cada dia mais forte, mas marginalizada pela política econômica do governo federal, voltada para a produção e exportação do café.
Imigrantes - Ao lado disso, o número de imigrantes europeus crescia consideravelmente, especialmente os italianos, distribuindo-se entre as zonas produtoras de café e as zonas urbanas, onde estavam as indústrias. De 1903 a 1914, o Brasil recebeu nada menos que 1,5 milhão de imigrantes. Nos centros urbanos criou-se uma faixa considerável de população espremida pelos barões do café e pela alta burguesia, de um lado, e pelo operariado, de outro. Surge a pequena burguesia, formada por funcionários públicos, comerciantes, profissionais liberais e militares, entre outros, criando uma massa politicamente "barulhenta" e reivindicatória.
A falta de homogeneidade no bloco urbano tem origem em alguns aspectos do comportamento do operariado. Os imigrantes de origem européia trazem suas experiências de luta de classes. Em geral esses trabalhadores eram anarquistas e suas ações resultavam, quase sempre, em greves e tensões sociais de toda sorte, entre 1905 e 1917. Um ano depois, quando ocorreu a Revolução Russa, os artigos na imprensa a esse respeito tornaram-se cada vez mais comuns. O Partido Comunista seria fundado em 1922. Desde então, ocorreria o declínio da influência anarquista no movimento operário.
Desta forma, circulavam pela cidade de São Paulo, numa mesma calçada, um barão do café, um operário anarquista, um padre, um burguês, um nordestino, um professor, um negro, um comerciante, um advogado, um militar, etc., formando, de fato, uma "paulicéia desvairada" (título de célebre obra de Mário de Andrade). Esse desfile inusitado e variado de tipos humanos serviu de palco ideal para a realização de um evento que mostrasse uma arte inovadora a romper com as velhas estruturas literárias vigentes no país.


O Modernismo - (primeira fase)

O período de 1922 a 1930 é o mais radical do movimento modernista, justamente em conseqüência da necessidade de definições e do rompimento de todas as estruturas do passado. Daí o caráter anárquico desta primeira fase modernista e seu forte sentido destruidor.
Ao mesmo tempo em que se procura o moderno, o original e o polêmico, o nacionalismo se manifesta em suas múltiplas facetas: uma volta às origens, à pesquisa das fontes quinhentistas, à procura de uma língua brasileira (a língua falada pelo povo nas ruas), às paródias, numa tentativa de repensar a história e a literatura brasileiras, e à valorização do índio verdadeiramente brasileiro. É o tempo dos manifestos nacionalistas do "Pau-Brasil" (o Manifesto do Pau-Brasil, escrito por Oswald de Andrade em 1924, propõe uma literatura extremamente vinculada à realidade brasileira) e da "Antropofagia"(01) dentro da linha comandada por Oswald de Andrade. Mas havia também os manifestos do Verde-Amarelismo e o do Grupo da Anta, que trazem a semente do nacionalismo fascista comandado por Plínio Salgado.
No final da década de 20, a postura nacionalista apresenta duas vertentes distintas: de um lado, um nacionalismo crítico, consciente, de denúncia da realidade brasileira e identificado politicamente com as esquerdas; de outro, o nacionalismo ufanista, utópico, exagerado, identificado com as correntes políticas de extrema direita.
Entre os principais nomes dessa primeira fase do Modernismo, que continuariam a produzir nas décadas seguintes, destacam-se Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Manuel Bandeira, Antônio de Alcântara Machado, além de Menotti Del Chia, Cassiano Ricardo, Guilherme de Almeida e Plínio Salgado.


O Modernismo - (segunda fase)

O período de 1930 a 1945 registrou a estréia de alguns dos nomes mais significativos do romance brasileiro. Refletindo o mesmo momento histórico(02) e apresentando as mesmas preocupações dos poetas da década de 30 (Murilo Mendes, Jorge de Lima, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles e Vinícius de Moraes), a segunda fase do Modernismo apresenta autores como José Lins do Rego, Graciliano Ramos, Rachel de Queiroz, Jorge Amado e Érico Veríssimo, que produzem uma literatura de caráter mais construtivo, de maturidade, aproveitando as conquistas da geração de 1922 e sua prosa inovadora.
Efeitos da crise - Na década de 30, o país passava por grandes transformações, fortemente marcadas pela revolução de 30 e pelo questionamento das oligarquias tradicionais. Não havia como não sentir os efeitos da crise econômica mundial, os choques ideológicos que levavam a posições mais definidas e engajadas. Tudo isso, formou um campo propício ao desenvolvimento de um romance caracterizado pela denúncia social, verdadeiro documento da realidade brasileira, atingindo um elevado grau de tensão nas relações do indivíduo com o mundo.

Nessa busca do homem brasileiro "espalhado nos mais distantes recantos de nossa terra", no dizer de José Lins do Rego, o regionalismo ganha uma importância até então não alcançada na literatura brasileira, levando ao extremo as relações do personagem com o meio natural e social. Destaque especial merecem os escritores nordestinos que vivenciam a passagem de um Nordeste medieval para uma nova realidade capitalista e imperialista. E nesse aspecto, o baiano Jorge Amado é um dos melhores representantes do romance brasileiro, quando retrata o drama da economia cacaueira, desde a conquista e uso da terra até a passagem de seus produtos para as mãos dos exportadores. Mas também não se pode esquecer de José Lins do Rego, com as suas regiões de cana, os bangüês e os engenhos sendo devorados pelas modernas usinas.
O primeiro romance representativo do regionalismo nordestino, que teve seu ponto de partida no Manifesto Regionalista de 1926 (este manifesto, elaborado pelo Centro Regionalista do Nordeste, procura desenvolver o sentimento de unidade do Nordeste dentro dos novos valores modernistas. Propõe trabalhar em prol dos interesses da região nos seus aspectos diversos - sociais, econômicos e Culturais) foi "A bagaceira", de José Américo de Almeida, publicado em 1928. Verdadeiro marco na estória literária do Brasil, sua importância deve-se mais à temática (a seca, os retirantes, o engenho), e ao caráter social do romance, do que aos valores estéticos.


Pós-Modernismo

O Pós-Modernismo se insere no contexto dos extraordinários fenômenos sociais e políticos de 1945. Foi o ano que assistiu o fim da Segunda Guerra Mundial e o início da Era Atômica com as explosões de Hiroshima e Nagasaki. O mundo passa a acreditar numa paz duradoura. Cria-se a Organização das Nações Unidas (ONU) e, em seguida, publica-se a Declaração dos Direitos do Homem. Mas, logo depois, inicia-se a Guerra Fria.
Paralelamente a tudo isso, o Brasil vive o fim da ditadura de Getúlio Vargas. O país inicia um processo de redemocratização. Convoca-se uma eleição geral e os partidos são legalizados. Apesar disso, abre-se um novo tempo de perseguições políticas, ilegalidades e exílios.
A literatura brasileira também passa por profundas alterações, com algumas manifestações representando muitos passos adiante; outras, um retrocesso. O jornal "O Tempo", excelente crítico literário, encarrega-se de fazer a seleção.
Intimismo - A prosa, tanto nos romances como nos contos, aprofunda a tendência já trilhada por alguns autores da década de 30 em busca de uma literatura intimista, de sondagem psicológica, introspectiva, com destaque para Clarice Lispector.
Ao mesmo tempo, o regionalismo adquire uma nova dimensão com a produção fantástica de João Guimarães Rosa e sua recriação dos costumes e da fala sertaneja, penetrando fundo na psicologia do jagunço do Brasil Central.
Na poesia, ganha corpo, a partir de 1945, uma geração de poetas que se opõe às conquistas e inovações dos modernistas de 1922. A nova proposta foi defendida, inicialmente, pela revista "Orfeu", cujo primeiro número é lançado na "Primavera de 1947" e que afirma, entre outras coisas, que "uma geração só começa a existir no dia em que não acredita nos que a precederam, e só existe realmente no dia em que deixam de acreditar nela."
Essa geração de escritores negou a liberdade formal, as ironias, as sátiras e outras "brincadeiras" modernistas. Os poetas de 45 partem para uma poesia mais equilibrada e séria, distante do que eles chamavam de "primarismo desabonador" de Mário de Andrade e Oswald de Andrade. A preocupação primordial era quanto ao restabelecimento da forma artística e bela; os modelos voltam a ser os mestres do Parnasianismo e do Simbolismo.
Esse grupo, chamado de Geração de 45, era formado, entre outros poetas, por Lêdo Ivo, Péricles Eugênio da Silva Ramos, Geir Campos e Darcy Damasceno. O final dos anos 40, no entanto, revelou um dos mais importantes poetas da nossa literatura, não filiado esteticamente a qualquer grupo e aprofundador das experiências modernistas anteriores: ninguém menos que João Cabral de Melo Neto. Contemporâneos a ele, e com alguns pontos de contato com sua obra, destacam-se Ferreira Gullar e Mauro Mota.
Autoria: Humberto Rollenberg Fontes

Inep diz que não vai prorrogar inscrições para o Enem 2011; prazo termina nesta sexta

O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) informou que não vai prorrogar o prazo de inscrições para o Enem 2011. As inscrições terminam nesta sexta-feira (10) e devem ser realizadas somente pela Internet. O sistema de inscrição do Inep suporta até 300 mil acessos simultâneos.

Além de o exame ser obrigatório para a adesão do ProUni (Programa Universidade para Todos) e do FIES (Financiamento Estudantil), é pré-requisito mínimo para a participação do SiSU (Sistema de Seleção Unificado), com vagas em diversas instituições públicas de Ensino Superior de todo o país.
 
Até as 18h desta quarta (8), o Enem 2011 recebeu mais de 4,6 milhões de inscrições. A expectativa é que o número de inscritos chegue a 6 mihões.
 
No último balanço do Inep, 947.491 dos participantes são alunos da rede pública de ensino e foram automaticamente isentos do pagamento da taxa de R$ 35. Ao responder o questionário socioeconômico, 1.993.994 inscritos tiveram aceita sua declaração de baixa renda. Do total de inscritos, 434.345 pretendem obter a certificação do ensino médio.
 
Ao preencher o formulário da inscrição, 2.760.393 declararam que já concluíram o ensino médio, 1.197.371 disseram que irão concluir até o final deste ano e outros 463.535 concluirão após 2011. Outro dado apontado pelo sistema do Inep é que 3.542.057 inscritos cursam ou cursaram o ensino regular, 389.395 os cursos de Educação de Jovens e Adultos (EJA) e 32.189, a Educação Especial.
 
As Provas
 
As provas estão previstas para serem aplicadas nos dias 22 e 23 de outubro, a partir das 13h. Com a mesma estrutura da edição passada, a avaliação será composta por quatro provas objetivas de múltipla escolha nas áreas de Linguagens e Códigos (Língua Portuguesa, Literatura, Língua estrangeira – inglês ou espanhol -, Artes, Educação Física e Tecnologias da Informação e Comunicação), Ciências da Natureza (Química, Física e Biologia), Matemática e Ciências Humanas (História, Geografia, Filosofia e Sociologia). Cada um dos exames terá 45 questões.
 
No primeiro dia do exame, serão realizadas as provas de Ciências da Natureza e Ciências Humanas, com duração de 4h30. No domingo, será a vez de Matemática, Linguagens e Códigos e da redação, com tempo de duração mais prolongado (5h30). Os portões de acesso aos locais de prova serão abertos às 12h e fechados às 12h55, de acordo com o horário de Brasília-DF. Não será permitida a entrada de candidatos que se apresentarem após o horário estipulado.
 
Os gabaritos das provas objetivas serão divulgados até 26 de outubro na página do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira). A data da liberação do resultado final ainda não foi divulgada.
 
Leia o edital na íntegra.
 
 

Eduardo e Mônica - O filme

Essa é pra quem realmente acredita no amor. Feliz dia dos Namorados!!!

quarta-feira, 8 de junho de 2011

DIÁRIO DE CLASSE - AULAS DE 08 DE JUNHO DE 2011

2o.A - Noturno
Relatório Técnico-científico: orientações para a realização do relatório do trabalho de Biologia.
Romantismo: Contexto hiustórico, características, atividades.
Cronograma das provas e entrega de trabalhos.

2o.B - Noturno
Atividade escrita - Texto "Confronto" - questões para analise do texto.
Cronograma das provas e entrega de trabalhos.

2o.C - Noturno
Cronograma das provas e entrega de trabalhos.
Romantismo: Características.

Estudem, hein????

DIÁRIO DE CLASSE - AULAS DE 07 DE JUNHO DE 2011

Perdeu alguma coisa? Tá tudo aqui!!

8a.G e 6a.C - Vespertino
Filme: Coach Carter: Treino para a vida.
Proposta da coordenação para trabalho das regras internas da escola.

3o.D - Noturno
Atividade prática: montagem de painel ou cartaz sobre a arte do início do século XX.
Fora solicitado aos alunos que leiam e tragam para a próxima aula, 09/06, qualquer texto que fale sobre "Vanguarda Euroipéia", próximo assunto assunto a ser abordado. Foram também informados de que háverá prova escrita no dia 14 de junho.

2o.B - Noturno
Aula expositiva sobre Romantismo.
Entrega de atividade sobre o mesmo assunto para ser devolvido e comentado pela professora na data de 09/06.

2o.C - Noturno
Aula expositiva sobre Romantismo (continua na próxima aula).

terça-feira, 7 de junho de 2011

PRÉ-MODERNISMO

Assistam para a revisão do Conteúdo.


VANGUARDA EUROPÉIA

Esse será nosso próximo assunto a ser tratado nas aulas de literatura.


FGV Direito divulga calendário e lista de obras obrigatórias para a primeira fase

O edital será publicado no dia 22 de junho e contará com os livros, vídeos e obras necessárias para a prova, além da redução na taxa de inscrição







Foi divulgado na última segunda-feira o calendário e a lista de obras obrigatórias para o vestibular de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV). As inscrições começam em 11 de julho e terminam em 26 de setembro, às 18h. O edital será publicado no diário oficial em 22 de junho. A taxa de inscrição teve redução em relação ano passado e foi de R$90 para R$75 para os estudantes que se inscreverem entre 11 de julho e 12 de agosto. Para os que realizarem as inscrições entre 12 de agosto e 26 de setembro também contarão com uma redução no valor, que passará de R$180 para R$150.


 






As inscrições para realizar a prova deverão ser feitas apenas pelo site da FGV . Na página estará disponível o edital, manual do candidato e outras informações necessárias para o processo seletivo.
 
Na primeira fase os estudantes realizam a prova de Artes Visuais e Literatura, em que precisam ler e analisar certas obras de arte. A lista de literatura brasileira e estrangeira é:
1 - “Memórias de um Sargento de Milícias”, de Manuel Antonio de Almeida;
2 - “Dom Casmurro”, de Machado de Assis;
3 - “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos;
4 - “Poesias de Álvaro de Campos”, de Fernando Pessoa;
5 - “A Rosa do Povo”, de Carlos Drummond de Andrade;
6 - “Macunaíma”, de Mário de Andrade;
7 - “A Morte de Ivan Ilitch”, de León Tolstói;
8 - “A Queda da Casa de Usher”, de Edgar Allan Poe;
9 - “Casa Tomada”, de Julio Cortázar;
10 – “Primeiros Cantos”, de Gonçalves Dias;
11 – “Primeiras Estorias”, de João Guimarães Rosa;
12 – “A Santa Joana dos Matadouros”, de Bertolt Brecht
 
Já a lista de obras de arte que devem ser analisadas é:
1 - “O Grito do Ipiranga – Independência ou Morte” (1888), de Pedro Américo, coleção Museu Paulista;
2 - Elementos de Tipografia (1952), de Geraldo de Barros, coleção Pinacoteca do Estado;
3 - “Metaesquema II” (1958), de Hélio Oiticica, coleção MAC-USP;
4 - “Bicho” (1960), de Lygia Clark, coleção família Clark;
5 - “Sem Título”, da série “Objetos Gráficos” (1967), de Mira Schendel;
6 - “Retrato de El-Rei Dom João VI” (1817), de Jean-Batista Debret, coleção Museu Nacional de Belas Artes;
7 - “Canoa sobre o Epte” (1890), de Claude Monet, coleção Masp;
8 - “Flag” (1954-55), de Jasper Johns, coleção Museum of Modern Art, Nova York, (MoMA);
9 - “Banhista Enxugando a Perna Direita” (1910), de Pierre Auguste Renoir, coleção MASP.
 
Além disso, a coordenação do vestibular indica a seguinte bibliografia que pode ajudar os estudantes no estudo dessa área: “A arte brasileira em 25 quadros”, de Rafael Cardoso, ed. Record (2008); “Grupo Ruptura”,de Rejane Cintrão, Cosac & Naify (2002); “A invenção de Hélio Oiticica”, de Celso Favareto, Edusp, (2000); “Mestres do Modernismo”, de Maria Alice Milliet (org), editora Pinacoteca do Estado (2005); “Arte Moderna”, de G.C. Argan, Companhia das Letras (2004); “Impressionismo”, de Meyer Schapiro, Cosac & Naify (2002); “Estilos, Escolas e Movimentos”, de Amy Dempsey, Cosac & Naify, (2002).
 
A prova de vestibular do Direito GV também cobrará a análise dos seguintes filmes no exame da primeira fase:
1 - “Jogo de Cena” (2007), de Eduardo Coutinho;
2 - “Terra em Transe” (1967), de Glauber Rocha;
3 - “Cinema, Aspirinas e Urubus” (2005), de Marcelo Gomes;
4 - “O Ano que Meus Pais Saíram de Férias” (2006), de Cao Hamburger;
5 - “A Conquista da Honra” (2006), de Clint Eastwood;
6 - “Cartas de Iwo Jima” (2006), de Clint Eastwood;
7 - O Show de Truman (1998), de Peter Weir;
8 - “Persépolis” (2007), de Marjane Satrapi e Vincent Paronnaud.
 
A coordenação do vestibular indica a seguinte bibliografia que pode auxiliar nos estudos: “O Cinema Brasileiro Hoje”, de Pedro Buchter, crítico da Folha de S.Paulo, da coleção Folha Explica, editora Publifolha (2005); “A Significação no Cinema”, de Christian Metz, tradução de Jean Claude Bernardet, São Paulo, ed. Perspectiva/USP (1972); e “A Experiência do Cinema”, organizado por Ismail Xavier – antologia, editora Graal (1983).
 
A primeira fase será composta de provas discursivas de redação, Português, Inglês, Artes Visuais e Literatura, História, Geografia e Raciocínio Lógico-Matemático. O exame da primeira fase está marcado para os dias 13 e 15 de novembro. A segunda etapa avaliará a expressão e raciocínio por meio de um exame oral e será realizada entre os dias 12 e 16 de dezembro.
 
A lista dos aprovados no vestibular estará disponível na página da FGV no dia 23 de dezembro.

PÉROLAS DO ENEM

Divirta-se e aprenda! Saiba 30 possíveis "pérolas" escritas no Enem

07/06/2011
Ainda que o Inep afirme que é impossível vazar os erros do exame, as frases são engraçadas e fazem o estudante refletir sobre sua própria escrita

Muitos e-mails circulam pela rede mostrando supostos erros cometidos pelos estudantes que realizam a prova de redação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) afirmam que essas "pérolas" cometidas não são das provas do exame, pois não é possível que as informações tenham vazado. Os erros são os mais diversos, de ortografia até conceitual. Além de arrancar bons risos, as "pérolas" servem para os estudantes refletirem sobre escrever sobre assuntos ou temas que não dominem como se tivesse essa propriedade.



A Universia Brasil - a maior rede ibero-americana de colaboração universitária presente em 23 países - reuniu 30 pérolas engraçadas. Confira: